Eficiência no Take-Away
Fornos Venix, em sintonia com a evolução do Take-Away
Os novos fornos da Venix são equipamentos versáteis e multifuncionais, desempenhando um papel fundamental na redução dos custos de exploração e da mão-de-obra, garantindo sempre alta qualidade alimentar.
Nos últimos dois anos, a indústria da restauração foi posta à prova como nunca o tinha sido antes. Dados da última pesquisa realizada pela Technomic mostraram que a pandemia mudou o comportamento dos consumidores à escala global, acelerando ainda mais algumas tendências, incluindo a transição para a adoção de novas soluções e tecnologias para o aprimoramento das atividades de take-away.
A pandemia forçou os operadores de restaurantes a mudar, tanto no que diz respeito a procedimentos quanto a oferta. O fecho das instalações e as novas restrições fizeram com que cada vez mais consumidores escolhessem serviços de levantamento das refeições nas instalações ou a optassem por entregas domiciliares, destes pouco menos da metade (44%) disseram ter usado o serviço de levantamento com mais frequência durante a pandemia.

Criando eficiência.
Para muitos operadores do setor de take-away um dos desafios passa por alcançar um nível de produção mais eficiente, com redução dos custos de mão-de-obra e de desperdício, garantindo sempre a manutenção da qualidade dos alimentos.
Equipamentos versáteis e multifuncionais desempenham um papel fundamental na obtenção destes resultados.
Por exemplo, os nossos fornos San Marco e Squero permitem uma a confeção com recurso a diferentes técnicas de cozedura, garantindo sempre a qualidade e consistência dos alimentos, mesmo quando se têm que cozinhar alimentos em grandes quantidades. Além disso, os produtos Venix, fabricados com tecnologia “V PERFORMANCE” e sistema bi-direcional de recirculação de ar mantem os alimentos a uma temperatura mais baixa, o que auxilia nos serviços de take-away, em todos os setores, desde restaurantes até supermercados ou lojas de conveniência.

Gestão “cronometrada”
Outro dos desafios do setor de take-away está no aumento da procura por serviço de refeições com tempos de serviço rápidos.
Garantir um serviço de refeições rápido e com tempo limitado constitui é um desafio difícil de ser alcançado, especialmente no campo da logística, de modo a garantir a uniformidade nas entregas em vários pontos de venda. Hoje, a tecnologia simplifica o que tem sido até agora era difícil.
Além disso, o VENEXIA Cloud Evolution, o nosso sistema baseado na nuvem, permite fazer a gestão das configurações dos fornos remotamente, dando aos utilizadores total controle onde quer que estejam. O VENEXIA Cloud Evolution possui um sistema intuitivo de gestão de receitas, permite fazer “download” de receitas da nuvem para os fornos, eliminando a possibilidade de erros de digitação e a necessidade de programar manualmente receitas nos fornos.
Embora a crise ainda não tenha acabado, a Venix continuará lançando novas soluções e inovações tecnológicas que ajudarão os utilizadores a melhorar a eficiência e a produtividade a longo prazo. Também continuaremos em nosso compromisso de fornecer o mais alto nível de serviço e suporte aos nossos clientes e parceiros, oferecendo vários eventos virtuais e ao vivo para encontrá-los onde quer que estejam.
Forno misto eléctrico Smart Touch-Control – cap.: 7 GN 1/1 – modelo: SM07TC

Por último, e em caso de dúvida, tal como acontece com qualquer equipamento de uso profissional, deverá aconselhar-se com um profissional qualificado, podendo para isso entrar em contato com a FIMPEX., Lda, por email: [email protected], por telefone: 220 991488, que encontrará sempre um profissional pronto para ajudar.
Sistemas de distribuição de refeições em hospitais.
TECNOLOGIAS E SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO DE REFEIÇÕES EM AMBIENTES HOSPITALARES
Nos dias de hoje é consensual que a alimentação assume uma importância primordial na qualidade de vida e na saúde dos seres humanos. Em ambiente hospitalar a alimentação tem uma importância acrescida uma vez que impacta diretamente no bem-estar dos doentes, influenciando na sua recuperação e na redução do tempo de internamento.
Contudo, preparar e distribuir alimentação em meio hospitalar é um processo complexo que envolve várias vertentes e diferentes tipos de processamento, produção e distribuição dos alimentos até ao momento que cheguem aos consumidores.
A nível nacional muitas unidades hospitalares ainda operam com sistemas desadequados, quase ao nível doméstico, com processos de produção e de distribuição que remontam há muitos anos atrás. Ao nível dos equipamentos, muitos encontram-se envelhecidos, deteriorados e em “fim-de-vida”, o que faz aumentar os custos de manutenção, tornando-os muitas vezes incomportáveis.
Dispor de ferramentas adequadas e de qualidade, constitui uma mais-valia de incontornável importância para a rentabilização de todos os recursos envolvidos e para o sucesso dos processos e operações. Nesse sentido, ninguém depende tanto de equipamentos eficientes e de qualidade, quanto quem atua com alimentação hospitalar.
Felizmente o desenvolvimento tecnológico ao nível de equipamentos para a preparação e distribuição alimentar não para de evoluir. Atualmente a Fimpex disponibiliza uma vasta gama de soluções que proporcionam processos mais sustentáveis e uma melhoria na utilização dos recursos, desde os energéticos até aos humanos, além de tornar o produto final muito superior em termos de apresentação, propriedades organoléticas e nutricionais.
A ESCOLHA DO SISTEMA.
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO SEQUENCIAL A QUENTE “COOK-SERVE”.
Neste sistema, promove-se a continuidade e a manutenção das temperaturas dos alimentos desde a confeção até ao momento de serviço. Nesse sentido, o referencial de boas práticas sugere que os alimentos se mantenham sempre quentes, a temperaturas entre os 65ºC e os 80ºC, e os refrigerados abaixo dos 8ºC.
As soluções ao nível dos equipamentos de empratamento, transporte e manutenção de temperatura são vários, e com mais ou menos complexidade tecnológica, tais como:
Contentores e carros térmicos.
Normalmente construídos em polietileno ou aço inoxidável com isolamento interno à base de poliuretano injetado,
Disponíveis em vários formatos e diferentes capacidades. A utilização de carros e contentores térmicos representa uma solução eficaz e económica de distribuição de alimentos e bebidas à distância. Os modelos de maior qualidade incorporam elementos de aquecimento e refrigeração permitindo assim assegurar a manutenção correta da temperatura por períodos mais longos, que podem ir até 12 horas.
Modelo : X100150

Tabuleiros e louças térmicas.
Normalmente são construídos em polietileno com isolamento interno de alta eficiência. Disponíveis em diferentes cores, de fácil utilização e distribuição.
Estas soluções apresentam algumas limitações, uma vez que operam à temperatura ambiente e não recebem qualquer aquecimento suplementar. É apenas recomendado para a distribuição de um número reduzido de refeições e num período máximo de 30 minutos, após o empratamento.
Modelo: 9141485

Carros termo-refrigerados com uma secção quente e outra refrigerada.
Normalmente são construídos em aço inoxidável ou outras ligas.
Neste caso, as refeições são transportadas e distribuídas empratadas em carros térmicos com duas secções que permitem a entrada de tabuleiros para a secção quente e refrigerada em simultâneo.
A manutenção das temperaturas é assegurada por diferentes tipos de tecnologia: aquecimento por indução magnética, placas de peltier, refrigeração por azoto e a mais comum, por convecção térmica, com recurso a resistências elétricas e elementos de refrigeração convencionais.
Nestes carros a temperatura de funcionamento varia entre os 2ºC e 6ºC na secção refrigerada e entre os 80ºC e 100ºC na secção quente.
Estas tecnologias apresentam inúmeras vantagens, para além de assegurarem a manutenção correta das temperaturas dos alimentos em todo o processo de transporte e distribuição, permitem ainda incrementar a temperatura dos mesmos.
Tradicionalmente por razões económicas, nos mercados do sul da Europa os carros com aquecimento e refrigeração por convecção térmica são a tecnologia mais utilizada, sendo que os outros sistemas são em geral são mais dispendiosos, devido à necessidade de utilização de bases individuais, tabuleiros e louças específicas para aquecimento por indução.
Todos estes carros representam sem dúvida uma solução versátil que atende aos critérios da qualidade requeridos em ambientes hospitalares.
Modelo: MTCT24S

Carros de transporte e distribuição de refeições multi-porções.
Neste caso as refeições são transportadas e distribuídas em carros térmicos, com recurso à mesma tecnologia dos carros anteriores, variando apenas no tipo de distribuição, que neste caso é vocacionado para refeições coletivas como por exemplo eventos sociais ou serviços de alimentação personalizada.
Modelo: Carro multi-porções

SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO SEQUENCIAL DIFERIDA OU “COOK-CHILL”.
Neste sistema, promove-se uma descontinuidade entre o momento da confeção e o momento de distribuição ou consumo dos alimentos, recorrendo-se à técnica de arrefecimento rápido para interromper o processo e desse modo permitir que os alimentos sejam conservados por vários dias a temperaturas de refrigeração. Com este sistema é possível gerir os processos de uma forma muito mais fácil e racional os que num sistema tradicional tipo Cook-Serve. Este é normalmente o sistema adotado por unidades de produção centralizadas, na qual uma cozinha central fornece refeições a várias unidades.
O referencial de boas práticas sugere um período de pré-arrefecimento e arrefecimento de 30 minutos, seguido de um arrefecimento de 90 minutos, para em seguida levar os alimentos de 70ºC até à temperatura aproximada de 3ºC. Deste modo os alimentos podem ser armazenados a temperaturas compreendidas entre 0ºC e os 3ºC, por um período de máximo de 5 dias.
As tecnologias de manipulação, manutenção das temperaturas e transporte dos alimentos no sistema “Cook Chill” são diferentes das utilizadas no sistema “Cook-Serve”. Engloba equipamentos específicos de refrigeração, como abatedores de temperatura e câmaras refrigeradas. O empratamento é efetuado em salas climatizadas à temperatura de 12ºC. O transporte é efetuado em carros térmicos, temperatura abaixo dos 6ºC, e a distribuição e regeneração é assegurada por equipamentos específicos:
Carros de regeneração com duplo sistema de refrigeração.
Normalmente são construídos em aço inoxidável ou outras ligas.
Aqui as refeições devem ser previamente refrigeradas e armazenadas frias, até poucos momentos antes da distribuição das refeições. Estes carros incorporam tecnologia que permite efetuar a regeneração (reaquecimento) dos alimentos refrigerados. À semelhança dos carros termo-refrigerados, com refrigeração simples, este tipo de carro recorre à mesma tecnologia de convecção térmica para a regeneração, manutenção ou incremento de temperatura nos alimentos quentes.
Modelo: MTCT30D

Estações Térmicas ou Docking Stations.
Com funções similares à dos carros termo-refrigerados, com tecnologia de refrigeração e regeneração, distinguem-se pela desassociação da componente técnica, necessária para a manutenção das temperaturas, da componente de transporte dos alimentos.
Os carros térmicos que transportam os alimentos são neutros e uma vez acoplados à estação permite preservar os alimentos frescos e incrementar a temperatura.
Este sistema tem algumas vantagens face aos carros termo-refrigerados, desde logo porque são mais leves e fáceis de manobrar.
Modelo: MTD24D

Como facilmente se depreende, na distribuição de alimentos em ambiente hospitalar não existem soluções do tipo “one size fits all”. Um dos critérios importantes a considerar na hora de eleger um sistema de distribuição de alimentos é a sua integração com as circunstâncias existentes, outro e não menos importante, prende-se com a gestão das espectativas.
É neste âmbito que a Fimpex se torna um parceiro ideal para prestar apoio de forma a encontrar a solução mais adequada às necessidades.
Por último, e em caso de dúvida, tal como acontece com qualquer equipamento de uso profissional, deverá aconselhar-se com um profissional qualificado, podendo para isso entrar em contato com a FIMPEX., Lda, por email: [email protected], por telefone: 220 991488, que encontrará sempre um profissional pronto para ajudar.
Como escolher um forno combinado.
ORIGEM DOS FORNOS MISTOS.
Os fornos mistos ou também denominados de fornos a vapor ou combinados, são uma tecnologia relativamente recente, os primeiros projetos dos fornos mistos surgiram na Alemanha no final dos anos 60, pela mão do engenheiro inventor e empresário Georg Robert Werner Sell, director da antiga fábrica de fogões “Burger Eisenwerke GmbH”, o qual concentrou o seu trabalho no desenvolvimento de fogões com economia de energia, tendo agregado os benefícios da cofecção de alimentos por ar quente e seco com ar quente e húmido num único forno, denominado “Konvektomat” (Kofferwort aus Konvektionsofen und Automat).
Estes aparelhos operam numa alta faixa de temperatura e humidade com a possibilidade da total regulação do clima de cozedura. Além disso, devido à velocidade de circulação do ar relativamente elevada e à condensação do vapor nos alimentos, esta contribui para uma redução do tempo de cozedura e proporciona uma cuidada confeção dos alimentos.
Dada a sua versatilidade, permitiram atender a quase 70% das operacões de confecção de uma cozinha profissional ao mesmo tempo que contribuiam para uma redução do consumo energético, de água e do tempo laboral, razão pela qual rapidamente se tornaram tão populares entre os Chefs de cozinha de todo mundo.
Desde então, os fornos mistos não param de evoluir, e actuamente, são verdadeiras máquinas multifuncionais, incorporando tecnologia «inteligente» que possibilita a preparação de pratos de forma totalmente automática.
Explicamos aqui a principais características dos fornos mistos, bem como algumas das considerações a ter em conta antes da sua aquisição.

PARA QUE SERVEM OS FORNOS MISTOS?
Os fornos mistos são efetivamente uma das ferramentas mais versáteis que os Chefs podem utilizar na preparação de alimentos quentes numa cozinha. Actualmente, os fornos mistos substituem praticamente todos os aparelhos de cozinha convencionais, como fornos de convecção, fogões, marmitas e até grelhadores. Os fornos mistos permitem assar, estufar, cozinhar a vapor, grelhar, assar, fritar e até fazer cozedura lenta do tipo “sous-vide” ou mesmo defumar alimentos.
Além de serem mais rápidos e económicos, proporcionam ainda uma preparação cuidadosa dos alimentos, por exemplo: uns brócolos confecionados em vapor saturado mantém todas as propriedades organolépticas como a cor, brilho e textura; da mesma forma que a carne ou peixe confecionados cuidadosamente, num programa de ar quente com vapor combinado, perdem menos peso, mantendo todos os seus sabores e nutrientes.
Por tudo isto, os fornos mistos tornaram-se na principal ferramenta ao dispôr em restaurantes, hotéis, hospitais, serviços de catering, cantinas, supermercados ou cafés.
COMO FUNCIONA UM FORNO MISTO?
Os fornos mistos estão disponíveis em vários tamanhos, níveis de desempenho, tipos de energia de aquecimento e recursos tecnológicos de auxílio à operação, que se adaptam às necessidade de cada cliente, mas basicamente incorporam as seguintes funções:
- Na função mais básica, usa o grupo ventilado de aquecimento, (ventilador e resistência) para fazer circular ar quente e seco em toda a câmara de cozedura do forno. Nesta função o forno assemelha-se a um forno de convecção tradicional. As temperaturas neste tipo de operação variam de 30 °C a 300 °C, dependendo do modelo.
- Numa outra função, o forno injeta água ou vapor na câmara de cozedura do forno, de forma controlada, o que faz aumentar rapidamente a humidade no interior da mesma. A combinação de calor e humidade ajuda a selar mais rápidamente os alimentos e melhora o rendimento. As temperaturas variam de 30 °C a 280 °C, dependendo do modelo.
- Numa outra função o forno utiliza vapor saturado ou vapor superaquecido (uma combinação dos dois métodos mencionados acima) para cozer alimentos. A temperatura pode variar entre 80 °C e 130 °C, dependendo do modelo.

O QUE NECESSITA AVALIAR ANTES DE COMPRAR UM FORNO MISTO.
Tamanho/espaço:
- Existem fornos mistos de muitos tamanhos que vão desde as versões compactas, compatíveis com as dimensões GN 2/3 (353x325mm) até aos modelos que incorporam carros e que podem carregar até 20 contentores GN 2/1 (650x530mm) ou 40 contentores GN 1/1 (530x325mm). Alguns modelos podem também acomodar tabuleiros de padaria do tamanho Euronorm (600x400mm).
Embora um forno maior, signifique uma capacidade maior, também significa que pode não caber na sua cozinha, por isso verifique as dimensões disponíveis antes de o comprar um forno.
Fontes de alimentação e aquecimento:
As opções disponíveis no aquecimento são, gás ou eletricidade (monofásica ou trifásica). Não há uma grande diferença de desempenho entre um forno elétrico ou a gás, embora as versões trifásicas tendam a ser mais populares do que os fornos monofásicos.
A decisão geralmente é determinada pela fonte de alimentação existente na cozinha. Deve também ter em consideração o custo energético de exploração por cada hora de trabalho, para calcular o custo kWh deve considerar a potência, medida em Watts por hora, e verificar o custo da energia.
Painel de comandos:
Os fornos mistos tem painéis de comandos manuais ou programáveis.
Alguns Chefs preferem a sensação prática do controlo manual, no entanto as versões programáveis proporcionam uma maior facilidade de utilização, um maior controlo dos diferentes parâmetros de confecção, a possibilidade de armazenamento de receitas e a obtenção de pratos sempre com a mesma qualidade.
Extração :
Os fornos mistos podem produzir muito vapor e calor, por isso é muito importante ter uma extração eficiente. Na maioria dos casos, a extração é uma exigência legal. Alguns fornos mistos mais completos, podem incorporar o módulo de extração, com um custo adicional.
Descalcificador de água :
Todos os fornos mistos requerem uma alimentação de água permanente para a produção de vapor durante o processo de confeção.
A água da rede pode dar origem á acumulação de calcário e outros contaminantes no interior das tubagens do forno. O calcário pode danificar seriamente os fornos mistos, e não usar um descalcificador de água pode muitas vezes invalidar a garantia da máquina.
O gráfico abaixo fornece um guia para a dureza relativa da água em Portugal.
QUAL É O MELHOR FORNO MISTO?
Por fora, todos os fornos são semelhantes, por isso é difícil à primeira vista identificar qual será o mais adequado para o seu serviço.
Os modelos mais recentes incorporam algumas das tecnologias mais avançadas de cozinha que eventualmente pode não necessitar. Por outro lado, se necessitar de se libertar para fazer outras tarefas, é imprescindível dispor de equipamentos com recursos tecnológicos inteligentes que armazenem receitas e assumam o total controle pela preparação automática dos diferentes pratos.
É também importante considerar quais os acessórios que deve comprar com um forno misto.
Limpeza :
A maioria dos fornos mistos electrónicos incluem um sistema de auto-limpeza que deixam o forno limpo após cada utilização.
Os fabricante de fornos mistos desenvolveram os seus próprios sistemas e métodos de limpeza, bem como diferentes produtos químicos de limpeza. Por exemplo, uns utilizam pastilhas de detergente, semelhantes com as versões de lava-louças domésticas (embora as pastilhas de uso profissional tenham um poder desengordurante superior), outros utilizam produtos químicos pré-misturados, que são adicionados a um recipiente conectado ao forno.
A limpeza de um forno misto é realmente muito fácil. Normalmente, tudo o que precisa fazer é pressionar um botão e a lavagem será iniciada. Vale a pena notar, que geralmente existem alguns ciclos diferentes disponíveis, desde “enxágue rápido” até “limpeza intensa”. Enquanto uma limpeza rápida pode levar cerca de cinco minutos, uma limpeza completa pode levar até duas horas, dependendo do modelo.
Sonda de Temperatura :
Actualmente quase todos os fornos mistos da gama media ou alta incorporam uma sonda de temperatura removível ou fixa. Esta sonda uma vez inserida nos alimentos fornece “feedback” sobre o processo de cozedura, alguns fornos ajustam as temperaturas e os tempos de cozimento de acordo com os parâmetros previamente inseridos. Isso significa que o forno pode fazer todo o processo de cozedura que quando chegar à temperatura desejada ele informará.
Chuveiro de mão :
Um chuveiro de mão proporciona a conveniência necessária. Normalmente, é encaixado no lateral do forno. O chuveiro foi desenvolvido para ajudar a encher rapidamente as recepientes e para facilitar a limpeza, enxaguando restos de comida da base interna do forno.
Nunca use o chuveiro para limpar os painéis internos do forno enquanto este está quente, podendo danificar o aparelho. O processo de auto-limpeza de rotina deixa quase sempre o forno absolutamente impecável.
Suporte :
Embora alguns fornos sejam autónomos, algumas versões necessitam de uma base de suporte. Este pode ser um suporte dedicado com prateleira e calhas para suporte de contentores gastronorm ou grelhas, dependendo das suas necessidades. Os suportes geralmente estão disponíveis na seção de peças e acessórios.
Conectividade :
Os fornos mistos modernos oferecem a opção de salvar as rotinas de cozedura e dados HACCP numa pendrive ou até na “Cloud” via Wi-Fi. Isso é particularmente útil em restaurantes com várias filiais, pois garante que todos os itens do menu sejam todos preparados da mesma forma, em diferentes locais.
FORNOS MISTOS :
Forno misto eléctrico Smart Touch Control – Modelo: SM12TC

Forno misto eléctrico Digital Control – Modelo: SQ07D0C

Por último, e em caso de dúvida, tal como acontece com qualquer equipamento de uso profissional, deverá aconselhar-se com um profissional qualificado, que certamente recomendará um forno compatível com as suas necessidades, podendo para isso entrar em contato com a FIMPEX., Lda, por email: [email protected], por telefone: 220 991488, que encontrará sempre um profissional pronto para ajudar.
Como escolher uma máquina de lavar louça industrial
SELEÇÃO DE MÁQUINAS
Existem muitos tipos de máquinas de lavar louça no mercado e na hora de comprar uma máquina nova a escolha correta nem sempre é uma tarefa fácil. Gostariamos de partilhar consigo algumas considerações práticas a ter em conta na hora de comprar uma máquina de lavar louça.
As máquinas de lava-louças industriais são projetadas para dar resposta às mais variadas cargas de trabalho e estão dotadas de diferentes niveis de recursos para atender a diferentes necessidades de lavagem em conformidade com as exigências de cada sector, tal como, a hotelaria, social ou saúde.
As necessidades de capacidade de lavagem de louça são individuais. Em termos gerais, um café ou um restaurante, necessitam de máquinas para lavar centenas de copos, pratos, utensílios e panelas de forma rápida e higiénica com o menor custo possível. Já um restaurante de luxo ou um hotel de luxo tem a necessidade de equipamentos de lavagem de louça que garantam uma alta produtividade com uma qualidade de lavagem superior. Por sua vez, uma residência sénior ou estableciemento de saúde como um hospital, requerem equipamentos de alta produtividade, com qualidade de fabrico superior e tecnologia que garantam uma higienização perfeita.
Obviamente que aspetos relacionados com a quantidade de louça a lavar, o tipo de serviço, materiais empregues na construção, recursos, eficiência energética e consumo de água são determinantes na hora da escolha de uma máquina. Descobrir qual o tipo que melhor se ajusta às suas necessidades, é essencial para tirar a melhor rentabilidade.
TIPO DE MAQUINAS DE LAVAR LOUÇA:
Máquinas de lavar copos e chávenas.
As máquinas de lavar copos e chávenas de bancada são a melhor escolha para bares, cafés ou mesmo pequenos restaurantes que não disponham de muito espaço destinado à lavagem de louças.
Prefira as máquinas de cestos quadrados que, apesar de serem um pouco mais caras, têm vantagens em relação às rotativas de cestos redondos, pois diminuiem a quebra e evitam riscos na louça. Estas máquinas permitem lavar até 300 copos e alguns modelos permitem lavar pratos.

Máquinas de lavar louça de carregamento frontal.
Estas máquinas têm uma capacidade de lavagem superior relativamente á maioria dos modelos de bancada, e obviamente, ocupação de espaço. Resultam em um consumo superior de água e energia, mas que deve ser levado em consideração na hora de compra.
As máquinas de lavar louça de carregamento frontal operam de forma semelhante às máquinas domésticas, nas quais pode deixar a porta aberta para colocar a louça no cesto.
Elas são projetadas para lavar até 540 pratos ou 1080 copos por hora, o que as torna na solução ideal para um pequeno restaurante.

Máquinas de lavar louça de capota.
As máquinas de lavar louça de capota, têm capacidade de lavagem mais elevada que os modelos de carregamento frontal, e ocupam mais espaço, normalmente operam em bancadas com cubas para pré-lavagem e bancadas de saída dos cestos, montadas nas laterais ou na frente.
As máquinas de lavar louça de capota permitem lavar até 1080 pratos por hora, alguns modelos também permitem lavar copos o que as torna na solução ideal para restaurantes ou pequenas unidades ligadas ao sector social.

Máquinas de lavar tipo túnel
Estas máquinas de lavar louça são projetadas para lavar um grande volume de louça como os requeridos por um grande restaurante, escola, hotel ou hospital. Este tipo de máquina é de todas, a mais volumosa e requerem mais espaço para a sua instalação, normalmente são instaladas em zonas especificas para lavagem de louça. Estas também podem ser equipadas com diferentes acessórios, como zonas de pré-lavagem, condensadores de vapor e túneis de secagem, de acordo com as necessidades de cada cliente. Como seria de esperar, este tipo de máquina de lavar louça tende a ter consumos de água e eletricidade superiores, pelo que são fabricados modelos de alta e baixa temperatura. Muitos modelos são equipados de modo a definir as condições de lavagem. Se tem necessidade de lavagem entre 1500 e 5.400 pratos por hora esta é o tipo de máquina indicada para si.

Máquinas de lavar panelas e utensílios.
As máquinas de lavar panelas utensílios, têm capacidade de lavagem variada, geralmente tem carregamento frontal, com espaço da porta e altura de trabalho maior, para poder alojar panelas e outros utensílios de grande dimensão no seu interior, permitindo lavar peças até 800 mm de altura.

FATORES A CONSIDERAR NA COMPRA DE UMA MÁQUINA DE LAVAR LOUÇA:
Há muitas considerações práticas a fazer para garantir a escolha certa de uma máquina de lavar louça. A escolha correta pode fazer a cozinha funcionar de forma mais eficiente e contribuir para aumentar os lucros, mas a escolha errada pode levar à diminuição da eficiência, ocupar mais espaço e ter um retorno menor do que o esperado.
Aqui deixamos algumas consideração antes de fazer a compra:
- O CUSTO
Para estabelecimentos de menor dimensão uma máquina de lava-louça de baixo custo, e acessível, será suficiente. Já para um estabelecimento com níveis de exigência de produtividade e qualidade de lavagem superior, uma máquina de lavar de baixo custo, será totalmente contra-indicada. Desde logo porque as máquinas mais económicas têm consumos de energia e de água mais significativos, por outro lado, não têm o poder de lavagem das máquinas mais dispendiosas. Os modelos com mais recursos fazem uma melhor gestão de energia e têm consumos de água menores, pelo que, se quiser economizar ao longo do tempo, provavelmente precisará investir um pouco mais na aquisição. - TAMANHO E CAPACIDADE
Tamanho e capacidade devem ter a mesma relevância que o custo. Em primeiro lugar, não faz sentido comprar uma máquina de lavar louça comercial que não cabe no espaço que tem. Antes de fazer uma escolha, veja qual o espaço que tem disponível.
O tamanho da máquina de lavar louça industrial geralmente está diretamente relacionado com a quantidade de pratos que lava. Esta é uma consideração extremamente importante. Se a sua máquina de lavar louça não for eficazmente suficiente, todo o serviço sofrerá atrasos. - CONSUMO DE ENERGIA E ÁGUA
É um facto, não é possível lavar a louça sem consumo de energia e água. Ao comprar uma máquina, fique atento a este aspeto. Alguns modelos são mais eficientes, e permitem uma redução no consumo até 40% . - TEMPOS DE LAVAGEM
A maioria das máquinas de lavar louça industriais são bastante rápidas. Ao contrário de uma máquina de lavar doméstica, em que um ciclo de lavagem demora 30 a 45 minutos, uma industrial tem um ciclo de 1 ou 2 minutos. Para a maioria dos usuários profissionais a diferença entre um ciclo de um minuto e um ciclo de dois minutos provavelmente não é significativa, mas para quem pretende produtividades mais elevadas, os tempos de lavagem reguláveis, são um benefício. - TEMPERATURAS
As máquinas de lavar louça industriais podem trabalhar em altas ou baixas temperaturas e ter mais ou menos potência de aquecimento de água. As máquinas de lavar de menor custo são geralmente as menos potentes. Nestas, a temperatura da água de lavagem e enxaguamento rondam os 65ºC e os utilizadores para obterem resultados satisfatórios de higienização necessitam de recorrer a produtos químicos.
Já as máquinas de lavar louça mais potentes, efectivamente com custos superiores, necessitam de menos químicos para obter bons resultados. Incorporam recursos extras que proporcionam lavagens e enxaguamentos com temperaturas constantes da água, próximo dos 85ºC, a temperatura ideal para reduzir fortemente a carga bacteriana. Apesar do seu aumento de consumo energético, contribuindo de forma decisiva para uma melhor higienização, limpeza e secagem da louça, isto é particularmente importante para o caso do sector da saúde; ou ainda, um hotel ou restaurante de luxo que requer louças com superfícies a brilhar e sem manchas. - MATERIAIS
Um dos fatores a considerar antes de comprar uma máquina de lavar louça é a qualidade dos materiais empregues na construção da mesma. Uma boa máquina de lavar louça industrial deve funcionar de forma consistente e suportar o uso regular durante anos anos. Evite comprar máquinas de lavar louca industriais que não incorporem materiais nobres. Uma máquina com filtros e braços de lavagem em aço inoxidável, terá provavelmente uma vida útil superior, comparando com uma que tenha estes componentes em plástico.
Como facilmente se pode compreender, escolher a máquina de lavar louça adequada ao tipo de serviço fará toda a diferença na rapidez e eficiência de trabalho, portanto se tiver dúvidas sobre qual a máquina que se ajusta melhor às suas necessidades, contacte-nos por email: [email protected], por telefone: 220 991488, ou ainda em FIMPEX.
Equipamentos para lavandarias industriais
SELEÇÃO DE MÁQUINAS
A SELEÇÃO DOS EQUIPAMENTOS PARA UMA LAVANDARIA INDUSTRIAL
Como escolher equipamentos de lavandarias
Hoje, muitas empresas indústrias e instituições de saúde, tais como hospitais, clínicas, laboratórios, restaurantes e hotéis tem necessidades especificas de equipamentos de lavandaria para poder trabalhar com os necessários padrões de higiene, em conformidade com as normas de cada sector.
Por exemplo, uma unidade de saúde como uma clínica, uma residência sénior ou um hospital tem necessidades específicas de lavagem de roupa que garantam a máxima higiene e segurança contra infeções, tanto para os profissionais como para os pacientes. Já um hotel tem a necessidade de lavagem de um grande volume de roupa não poluída como lençóis, toalhas de mesa, cortinas ou roupas de hóspedes e uniformes dos funcionários, no qual, o aspeto da higiene é importante mas que os detalhes fazem toda a diferença. Já numa lavandaria do tipo self-service prioriza-se a economia dos tempos de lavagem e a simplicidade de operação de modo a facilitar a fidelização de clientes.
Cada situação requer uma solução de lavagem diferente, e os equipamentos adequados para cada operação de lavagem, secagem e até mesmo de passagem de roupa a ferro.
Por isso, escolher o equipamento certo é importante.
Deixamos aqui alguns tópicos que poderão ajudar na hora de escolher os melhores equipamentos.
1 – O tipo de lavandaria.
A lavandaria será para uso interno ou será uma lavandaria comercial.
2 – O tamanho e a capacidade.
Certifique-se que obtém o tamanho adequado para suas necessidades.
Determinar o número de quilos a lavar por hora é de máxima importância para determinar a carga de trabalho e a capacidade das máquinas. Por exemplo para um hotel com piscina estima-se que por quarto tenha uma necessidade de lavagem até 5kg, se o hotel tiver 20 quartos isso equivale a 100kg de roupa a lavar por dia, se dividirmos por 8 horas de trabalho estimamos que devem ser lavada 12,50kg por hora.
3 – Tecnologias e Controles
Quando estiver a pensar adquirir um equipamento de lavandaria novo é importante pensar na tecnologia. As máquinas actuais devem ter recursos e controles que facilitam a sua utilização. Muitas máquinas incorporam ciclos de lavagem intuitivos e adquados a cada função.
Se está a pensar numa lavandaria do tipo self-service, certifique-se que o controle de operação seja fácil, mas difícil de ser danificado.
4 – Custos de exploração
Procure equipamentos de lavandaria que ajudem a reduzir o consumo de água e de energia. Isso pode fazer uma grande diferença nos seus custos mensais e ajudar a melhorar a receita.
O tipo de energia, o controle de temperatura, os níveis de água, os ciclos de centrifugação, os limites de tempos podem resultar em economias e ajudar o meio ambiente quando se escolhem as máquinas certas.
5 – Orçamento ou preço
Claro, é necessaário considerar o orçamento e o custo das máquinas. No entanto, nem sempre o mais barato é o melhor. Tenha em mente que os equipamentos de lavandaria comercial ou industrial, tem um uso muito mais intensivo do que as máquinas domésticas. Estas, geralmente estão em constante funcionamento e precisam suportar grandes cargas. Se pretende máquinas que durem mais tempo deve considerar investir um pouco mais na qualidade.
6 – Revendedor respeitável
Compre equipamentos de lavandarias a alguém que conheça os equipamentos e que possa garantir acessórios para a manutenção das máquinas quando for necessário.
Quando trabalhar com um instalador, este, deve fazer todo o acompanhamento comercial e garantir o suporte contínuo do serviço de pós-venda às máquinas vendidas. Certifique-se da reputação da marca na sua região.
Por último, comprendemos que escolher os equipamentos corretos para uma lavandaria nem sempre é uma tarefa fácil. Uma parte importante do trabalho da FIMPEX, consiste em dar as respostas adequadas às necessidades especificas de cada cliente.
Exemplo comercializado pela Fimpex:
Máquina de lavar roupa industrial Modelo: DHS 14 Touch II (e)

Informações, dúvidas ou sugestões estamos ao dispor para ajudar através de : [email protected]
Teremos muito gosto em ajudar.
FIMPEX,LDA
Equipamentos para cozinha profissional
SELEÇÃO DOS EQUIPAMENTOS
A SELEÇÃO DOS EQUIPAMENTOS PARA UMA COZINHA PROFISSIONAL
No passado, o estereótipo da cozinha profissional era um local quente, apertado, barulhento e desconfortável. Para alguns, isto era um desafio a ser enfrentado em nome de se obter uma boa refeição.
Atualmente, com a escassez de mão-de-obra, com o controle de custos e as preocupações dos riscos associados à higiene e à saúde, as mentalidades começaram a mudar.
Hoje as cozinhas profissionais, além de serem locais centrais de produção, são também locais onde os operacionais passam bastante tempo, pelo que o bem-estar dos colaboradores deve estar na mente dos Diretores ou Proprietários. Embora esta tendência não seja totalmente nova. Frank Wagner, da consultora alemã K’Drei e presidente da FCSI (Foodservice Consultants Society International) para Alemanha e Áustria refere “já nos tempos medievais, eram colocados pavimentos de madeira nas cozinhas para que o frio não chegasse aos ossos dos Chefs”.
Segundo Frank “o conceito é simples, as cozinhas profissionais devem ter espaço suficiente para as pessoas trabalharem, ter luz e ventilação adequada, temperatura de conforto, nível de ruído aceitável e devem estar equipadas com equipamentos adequados, à prova de falhas ou quebras e de manutenção simples.
Uma cozinha profissional mal equipada, normalmente dá origem a quebras nos tempos de produção, aumenta os custos de mão de obra, leva à perda de matéria prima e afasta as pessoas certas.
“Isto é particularmente importante para os investidores”, acrescenta. “Os dias dos chefes que a atiravam facas aos colaboradores acabaram”. Os investidores devem ter bons colaboradores e ter boas equipas de trabalho se querem vencer neste setor.”
Na Fimpex, compreendemos este conceito e oferecemos uma gama de equipamentos de configurações personalizadas, qualquer que seja a operação, de construção fiável e com garantia de uso por muitos anos.
PORQUE OPTAR POR SOLUÇÕES COM EQUIPAMENTOS DE QUALIDADE?
Construir uma nova cozinha ou reformar a atual é uma tarefa que exige alguma reflexão e são muitos os fatores que justificam a vantagem de investir um pouco mais em equipamentos de qualidade. Cabe aos Diretores ou Proprietários, avaliar a melhor forma de aquisição, para que o investimento se reverta em aumento de produtividade e lucro.
Deixamos aqui alguns tópicos para que possam refletir antes de adquirir uma solução ou substituir um equipamento:
1- Encontrar uma boa equipa de projeto (preferencialmente certificada);
Estabeleça contacto com uma boa equipa na área de projeto, pois será essa equipa que tem conhecimentos para o aconselhar de forma a dotar o espaço com as infraestruturas necessárias para o bom funcionamento dos equipamentos e, em simultâneo, estabelecer bem os circuitos para os diferentes fluxos de trabalho.
2- Determine o seguemento de mercado em que vai operar e tipo de menus a servir;
Um dos erros mais comuns ao comprar novos equipamentos de cozinha é desperdiçar tempo e recursos financeiros na compra de equipamentos desnecessários. Para ajudar a evitar isso, planeie o tipo de refeições que vai servir. Dessa forma, saberá quais os equipamentos especiais adquirir para a sua organização.
3- Estabeleça um orçamento;
Não é nenhum segredo que comprar novos equipamentos industriais requer investimentos consideráveis. Quando montar ou renovar uma cozinha é importante definir um orçamento e cumpri-lo!
A chave é encontrar um equilíbrio entre a qualidade e o que se pode pagar. É claro, que aparelhos de maior qualidade ajudarão a produzir alimentos de melhor qualidade, funcionarão com mais eficiência e durarão mais tempo. Se não os puder pagar todos de uma vez determine quais equipamentos são mais importantes e priorize-os no seu orçamento.
4- Preocupação com eficiência energética;
Hoje em dia, as preocupações ambientais e energéticas são fatores de sustentabilidade que devem ser tidos em conta por quem vai adquirir os equipamentos. No caso dos aparelhos de refrigeração que tem um forte impacto nos consumos energéticos, isto é particularmente importante devido ao seu o funcionamento continuo, 24 horas durante praticamente todo o ano. Neste caso optar por adquirir equipamentos um pouco mais caros, mas mais eficientes do ponto de vista energético, podem trazer proveitos logo desde a sua aquisição e colocação em funcionamento.
5- Requisitos de segurança alimentar;
Na atualidade, eliminar e reduzir os perigos que podem vir a contaminar o género alimentício durante o seu processo produtivo e posterior distribuição, devem ser uma das principais preocupações. A melhor maneira de evitar problemas é ser proativo com a implementação do sistema HACCP em todos estes processos. Neste matéria é extremamente importante ter equipamentos, utensílios que assegurem a correta manutenção das temperaturas dos alimentos, condições de ventilação adequadas e superfícies que possibilitem a realização de uma correta higienização.
6- Sustentabilidade do equipamento,
Ao comprar equipamentos deve escolher aqueles de marcas que oferecem maior fiabilidade e confiança. Essas marcas são conhecidas por terem equipamentos de qualidade e com o aumento da vida útil dos mesmos, contribuindo de forma decisiva para a redução dos custos de produção, energéticos e de manutenção.
7- Assistência na pós-venda;
Do mesmo modo, a escolha de marcas respeitáveis são sinónimo de longevidade dos seus produtos, são também essas as marcas que garantem peças de substituição por mais tempo.
São estas algumas dicas para aquisição de equipamentos profissionais!
Exemplo comercializado pela Fimpex:
Bloco Central com configurações personalizáveis

Informações, dúvidas ou sugestões estamos ao dispor para ajudar através de : [email protected]
Teremos muito gosto em ajudar.
FIMPEX,LDA
Indústria 4.0
Novas Tecnologias
Na atualidade, dotar os produtos com novas tecnologias de informação é fundamental para a adaptação dos processos da Indústria 4.0.
Os equipamentos comercializados pela FIMPEX, oferecem a possibilidade de incorporar as tecnologias para integração de novos processos produtivos e consequente melhoria da experiência do Cliente/utilizador.
Tomemos como exemplo o caso de um Hospital ou Residência Sénior onde há necessidade diária de confeccionar, preparar e distribuir bastantes refeições pelos pacientes.
Sendo a alimentação um elemento que influencia no bem estar e recuperação do paciente, tanto ao nível da saúde como da componente emocional, a tecnologia RFID, no âmbito da indústria alimentar, permite rastrear em tempo real toda a cadeia de distribuição, e colectar dados para que possam ser feitas simulações e análise de cenários que permitam tomar decisões e otimizar processos.
Como funciona a implementação do RFID na distribuição dos alimentos?
Os processos automatizados de identificação avançada de produtos são potencializados pela implantação dessa tecnologia, que se baseia na instalação de leitores de radiofrequência, capazes de capturar informações contidas dentro de etiquetas inteligentes.
A implantação do padrão EPC/RFID no processo de preparação e distribuição de alimentos oferece várias vantagens em toda a cadeia de distribuição. Com as etiquetas inteligentes (EPC/RFID), utilizadas em conjunto com códigos de barras (lineares ou bidimensionais) de identificação, facilitam a rastreabilidade e podem armazenar informações adicionais de um produto, como data de produção, data de validade, número de lote e outras informações.
Exemplo comercializado pela Fimpex:
Carro térmico (shuttle) – modelo: MTD36C
Na nossa Ficha Técnica encontra informação dos modelos disponíveis.
Quais as vantagens de usar a radiofrequência(RFID) num Hospital ou numa Residência Sénior:
Ter todas as refeições devidamente identificadas perante as necessidades de cada paciente.
Percepção da cadeia de distribuição e rastreabilidade das refeições de uma forma simples e eficaz, permitindo ainda coletar dados para análise estatística.
Reduzir a 0% a troca de refeições.
Inventário em tempo real de todas as refeições.
Economia de tempo. Processo de classificação por paciente, a gestão de tempos e alocação do staff, e otimização dos custos.
Entre outros, mas, são certamente pontos diferenciadores num contexto de escolha um Hospital ou Residência Sénior.
Informações, dúvidas ou sugestões estamos ao dispor para ajudar através de : [email protected]
Teremos muito gosto em ajudar.
FIMPEX,LDA









